quinta-feira, 4 de junho de 2009

Aniversário Glênia

É impossível começar este texto sobre o aniversário da Glênia sem antes mostrar minha total insatisfação com a Graciele, Denise, Tatiane e Viviane.

Nossa amiga Glênia fez tudo com tanto carinho, decorou a casa com bandeirinhas, fez panelas enormes de caldo, canjicas, fez um monte de cachorro quente, ligou para cada uma convidando para sua festinha e o que aconteceu? Novamente, como na maioria dos outros eventos, só eu e a Cintia que comparecemos.

Motivos para não irmos aos lugares sempre vão ter. Eu mesmo poderia não ter ido já que minha mãe tinha sido operada um dia antes e estava de cama, no entanto, fui. Deixei tudo o que ela precisava pronto, combinei com meu irmão para auxiliá-la no que fosse necessário e fui para festa sendo, inclusive, a primeira a chegar. Tudo é questão de prioridade e fico triste em saber que para vocês nossa amizade não é tão importante a ponto de fazê-las deslocar UM dia para casa de uma amiga para abraçá-la em seu aniversário. É uma pena mesmo.

Mas....vamos ao que interessa: a festa. Como manda a tradição, faltou luz. Segundo Dona Vera, queridíssima mãe de nossa amiga, foi assim também no aniversário de 4 e 15 anos da Glênia, mas esse inconveniente durou pouco e com a claridade podemos ver como é prendada nossa amiga não só pelas delícias que preparou, mas também pelo cuidado que ela tem com a casa. Faz gosto de vê. De tudo, o que mais me chamou atenção foi às plantas que além de serem muitas, são também super bem cuidadas. Vendo todo esse potencial paisagístico de nossa amiga até sugeri a ela que fizesse uma mini-hortinha em seu quintal. Quem não gostou muito da ideia foi o André que teme que sua casa vire um pequeno pomar.

A comida é outra coisa que merece destaque. Hummm....que delícia!!! Devo ter engordado uns 3 quilos só nesse dia, mas também uma canjica diet só para mim é até maldade eu comer pouco. Levei até para casa.

Enfim foi tudo esplêndido. Depois desse dia confirmei o que já sabia há tempos, a Glênia é um exemplo a ser seguido. Uma profissional super competente, a logomarca que ela fez para minha empresa é elogiada por todas as pessoas que recebem meu cartão, uma dona da casa (não dona de casa, essa mudança de vogal muda todo o sentido da frase) exemplar e uma amiga espetacular que não mede esforços para ajudar a gente quando precisamos. Glênia, obrigada por existir!


sexta-feira, 22 de maio de 2009

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Aniversário da Naiara

Como eu (Glênia) não sou muito boa com as palavras, busco em outros aquilo que quero expressar... No próximo dia 22 é aniversário da Naiara, uma das caçulinhas da turma! E como ela está um pouco distante de nós, encontrei no texto de Clarice Lispector uma mensagem que dedico à você, Naiara:


Há Momentos

Há momentos na vida em que sentimos tanto
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la.

Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.

O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.

A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre.

Feliz Aniversário!!!!

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Paulinha: Vaquinha



Meninas, a Vivi me enviou esse vídeo, e tenho certeza de que vocês irão adorar!!!

Bjos, Glênia

domingo, 3 de maio de 2009

Aniversário Vitória

O aniversário da Vitória foi literalmente uma delícia. Foi muito bom ver a Viviane feliz da vida com a filhota linda e o maridão ao lado. Ela também está ótima, muito bonita. A maternidade parece que fez muito bem a ela e serviu de grande incentivo para muitas mulheres que estavam na festa (né, Glênia?). Quem sabe em breve não teremos mais uma mamãe no grupo.

Como eu levei minha sobrinha grudenta (tadinha, ela é muito fofinha) na festa, que não deixava eu conversar nem um minutinho com minhas amigas, não posso contar muitas novidades sobre elas. Para vocês terem ideia da gravidade do negócio, no final da festa até de vaquinha eu tive que me caracterizar para a alegria da criançada, é mole? Mas não tem importância não. No dia 29 de Maio, aniversário da minha adorada amiga Glênia, colocamos o papo em dia. Até lá.....







segunda-feira, 20 de abril de 2009

Tempo

Gente, acho que já falei isso, mas vou repetir....eu adoro este blog. Vejo-o quase todos os dias. Fico triste quando não tem coisinhas novas para ver, por isso fico inventando moda. Enquanto o aniversário da Vitória não chega (tá quase, né?) decidi compartilhar um texto com vocês muito bacaninha sobre como administar o tempo. Boa leitura!!!!

Administrar o tempo é planejar a vida
Eduardo O C Chaves

Geralmente quem escreve sobre administração do tempo não o faz porque seja especialista na questão, mas, sim, porque quer aprender mais sobre o assunto. Pelo menos foi esse o meu caso. Vou relatar aqui algumas de minhas descobertas, como roteiro para a leitura do quarto texto.
1) Administrar o tempo não é uma questão de ficar contando os minutos dedicados a cada atividade: é uma questão de saber definir prioridades. Provavelmente (numa sociedade complexa como a nossa), NUNCA vamos ter tempo para fazer tudo o que precisamos e desejamos fazer. Saber administrar o tempo é ter clareza cristalina sobre o que, para nós, é mais prioritário, dentre as várias coisas que precisamos e desejamos fazer - e tomar providências para que essas coisas mais prioritárias sejam feitas, sabendo que as outras provavelmente nunca vão ser feitas (mas tudo bem: elas não são prioritárias).
2) Dentre as coisas que vamos listar como prioritárias, algumas estarão ali porque nos são importantes, outras porque são urgentes. Imagino que algo que não é NEM importante NEM urgente não estará na lista de ninguém. E também sei que na lista de todo mundo haverá coisas que são IMPORTANTES E URGENTES. Não resta a menor dúvida de que estas coisas devem ser feitas imediatamente, ou, pelo menos, na primeira oportunidade. Poucas pessoas questionarão isso. O problema surge com coisas que consideramos importantes, mas não urgentes, e com coisas que são urgentes, mas às quais não damos muita importância.
3) Digamos que você considere importante ficar mais tempo com sua família. Por outro lado, você tem que trabalhar x horas por dia. Se o seu trabalho é mais importante do que ficar com a sua família, o problema está resolvido: você trabalha, mesmo que isso prejudique a convivência familiar. Mas e se o trabalho não é mais importante para você do que a convivência familiar? Neste caso, provavelmente o trabalho é urgente, no sentido de que tem que ser feito, pois doutra forma você vai ser despedido (ou perder clientes, se for autônomo ou empresário) e vai ter dificuldades para manter sua família (embora, sem trabalho, provavelmente vai poder passar mais tempo com ela…). Aqui o conflito é entre o importante e o urgente - e é aí que a maior parte de nós se perde, e por uma razão muito simples: algumas das tarefas que temos que realizar não são selecionadas por nós, mas nos são impostas. Isto é: não somos donos de todo o nosso tempo. Não temos, em relação ao nosso tempo, toda a autonomia que gostaríamos de ter. Quando aceitamos um emprego, estamos, na realidade, nos comprometendo a ceder a outrem o nosso tempo (e, também, o nosso esforço, a nossa capacidade, o nosso conhecimento, etc.). Este é um problema real e de solução difícil: não somos donos de boa parte de nosso tempo.
4) Acontece, porém, que geralmente usamos mal o tempo que dedicamos ao trabalho (e, por isso, temos que fazer hora extra ou trazemos trabalho para casa), ou mesmo o tempo que passamos em casa. Usar mal QUER DIZER que muitas vezes usamos o nosso tempo para fazer o que não é nem importante nem urgente, mas apenas algo que sempre fizemos, pela força do hábito. Alguém me disse, quando eu era criança, que a gente nunca deveria abandonar a leitura de um livro, por pior que ele fosse. Que bobagem! Mas quanto tempo desperdicei terminando de ler coisa que de nada me serviu por causa desse conselho! Uma vez me peguei dizendo à minha família que não poderia fazer algo (não me lembro o quê) domingo de manhã porque precisava ler os jornais. Eu lia, religiosamente, a Folha e o Estado aos domingos de manhã (sinto muito, folks: há tempo que não freqüento escola dominical). Lia por hábito. Achava que um professor tem que se manter informado. Mas quando disse que "precisava" ler os jornais me dei conta de que realmente não precisava lê-los. O que é de pior que poderia me acontecer se eu não lesse os jornais, me perguntei. NADA, foi a resposta que tive honestamente que dar. Se houver algo importante nos jornais provavelmente fico sabendo no noticiário da TV, ou na VEJA. Mas daí me perguntei: e preciso ler a VEJA todas as semanas? Resposta: não. Existe algo que eu prefiro ler/fazer naquelas manhãs de domingo que ganhei? Claro, muitas coisas - PARA AS QUAIS EU ANTES NÃO TINHA TEMPO. Ganhei as horas dos jornais, ganhei as horas da VEJA, fui ganhando uma horinha aqui outra ali, para as coisas que eu realmente queria fazer há muito tempo e não achava tempo…
5) Administrar o tempo é ganhar autonomia sobre a sua vida, não é ficar escravo do relógio. É uma batalha constante, que tem que ser ganha todo dia. Se você quer ter a autonomia de decidir passar mais tempo com a família, ou sem fazer nada, você tem que ganhar esse tempo deixando de fazer outras coisas que são menos importantes para você. Em última instância pode ser que você até tenha que, eventualmente, arrumar um outro emprego ou uma outra ocupação.
6) O tempo é distribuído entre as pessoas de forma bem mais democrática que muitos dos outros recursos de que nós dependemos (como, por exemplo, a inteligência). Todos os dias cada um de nós recebe exatamente 24 horas (a menos que seja o último dia de nossas vidas): nem mais, nem menos. Rico não recebe mais do que pobre, professor universitário não recebe mais do que analfabeto, executivo não recebe mais do que operário. Entretanto, apesar desse igualitarismo, uns conseguem realizar uma grande quantidade de coisas num dia - outros, ao final do dia, têm o sentimento de que o dia acabou e não fizeram nada. A diferença é que os primeiros percebem que o tempo, apesar de democraticamente distribuído, é um recurso altamente perecível. Um dia perdido hoje (perdido no sentido de que não realizei nele o que precisaria ou desejaria realizar) não é recuperado depois: é perdido para sempre.
7) Há os que afirmam, hoje, que o recurso mais escasso na nossa sociedade não é dinheiro, não são matérias primas, não é energia, não é nem mesmo inteligência: é tempo. Mas tempo se ganha, ou se faz, deixando de fazer coisas que não são nem importantes nem urgentes e sabendo priorizar aquelas que são importantes e/ou urgentes.
8) Quem tem tempo não é quem não faz nada: é quem consegue administrar o tempo que tem de modo a poder fazer aquilo que quer.
9) Por outro lado, ser produtivo não é equivalente a estar ocupado. Há muitas pessoas que estão o tempo todo ocupadas exatamente porque são improdutivas - não sabem onde concentrar seus esforços e, por isso, ciscam aqui, ciscam ali, mas nunca produzem nada. Ser produtivo é, em primeiro lugar, saber administrar o tempo, ter sentido de direção, saber aonde se vai.
10) Administrar o tempo, em última instância, é planejar estrategicamente a nossa vida. Para isso, precisamos, em primeiro lugar, saber aonde queremos chegar (definição de objetivos). Onde quero estar, o que quero ser, daqui a 5, 10, 25, 50 anos? O segundo passo é começar a estrategiar: transformar objetivos em metas (com prazos e quantificações) e decidir, em linhas gerais, como as metas serão alcançadas. O terceiro passo é criar planos táticos: explorar as alternativas específicas disponíveis para se chegar aonde queremos chegar, escolher fontes de financiamento (emprego, em geral, é fonte de financiamento), etc. Em quarto lugar, fazer o que tem que ser feito. Durante todo o processo, precisamos estar constantemente avaliando os meios que estamos usando, para verificar se estão nos levando mais perto de onde queremos vamos querer estar ao final do processo. Se não, troquemos de meios (procuremos outro emprego, por exemplo).
11) Mas tudo começa com uma verdade tão simples que parece uma platitude: se você não sabe aonde quer chegar, provavelmente nunca vai chegar lá - por mais tempo que tenha.
12) Quando o nosso tempo termina, acaba a nossa vida. Não há maneira de obter mais. Por isso, tempo é vida. Quem administra o tempo ganha vida, mesmo vivendo o mesmo tempo. Prolongar a duração de nossa vida não é algo sobre o qual tenhamos muito controle. Aumentar a nossa vida ganhando tempo dentro da duração que ela tem é algo, porém, que está ao alcance de todos. Basta um pouco de esforço e determinação.

terça-feira, 31 de março de 2009

Festinha de 1 ano da Vitória!!!


Dia: 26 de Abril de 2009
Local: Rua Gonçalves Dias 59 - Edifício Vina Del Mar (salão de festa), bairro Funcionários
Perto: Hospital Life Center, do lado do restaurante Cozinha de Minas!
Horário: 16:00

Esperamos todas vocês, sem desculpa.

Queria que vocês entendessem minha ausência dos encontros, realmente hoje minha vida é um pouquinho complicada, acho que essa data será uma possibilidade de revê-las!!!

Bjin

Vivi

domingo, 29 de março de 2009

Resumo do Encontro "Aniversário da Tati"

Na sexta-feira passada, nós nos encontramos no bar Amarelim Bonabrasa para comemorar o aniversário da Tati. Como sempre as primeiras a chegar fui eu e a Glênia. Apesar de termos chegado cedo, o bar estava lotado e tivemos que esperar na fila alguém desocupar uma mesa para apoderarmos dela e quando isso aconteceu o cara da fila ainda queria nos abolir, pois o amiguinho dele havia se esquecido de colocar o nosso nome na lista. O problema, coitado, é que ele não conhecia Glênia Braga Teixeira “Dias” (lembra disso, amiga? “Dias”) que fechou a cara e disse eu alto e bom som: “Não podemos fazer nada se seu amigo não colocou nosso nome aí”. Depois desse chega pra lá, muito sutil, eu diria, o rapaz disse que poderíamos entrar e nos sentarmos à mesa onde o garçom nos aguardava.

Depois de algum tempo a Cintia chegou aí conversamos, conversamos, conversamos, conversamos mais um pouco, conversamos e nada da Tati chegar. Por fim concluímos que ela não viria mais e começamos a tirar fotos de nós três para colocarmos no blog. A Cintia deu a ideia de fazermos uma placa colocando Parabéns Tati já que ela não estava presente. Já estávamos bolando o título para o texto do blog que seria “O aniversário da Tati sem a Tati”...

... quando ela surgiu. Aí como já estávamos com a mão na massa tiramos mais fotos, agora com a aniversariante, e só depois disso que sentamos para conversar.

A Glênia não demorou muito para ir embora, pois estava morrendo de sono e no final só ficamos eu, Cintia e Tati que trouxe pra gente umas cartinhas que fizemos em 2000 sobre como imaginávamos que seria o nosso futuro. Divertimos muito com estas cartas. Em breve vou colocá-las aqui para vocês verem o que cada uma imaginava para o futuro. Graciele, só quero deixar claro que em 2000 eu não sabia o que dizia ok? Finalizando, o encontro foi muito agradável. Eu e a Tati conversamos bastante depois que a Cintia foi embora o que fez com que chegássemos à conclusão que pessoalmente nós nos damos muito melhor que por e-mail só finalizamos a conversa quando olhamos para nossos noivos e vimos que eles estavam morrendo de sono.

Gente, temos que fazer com que nossos noivos, maridos, namorados se tornem amigos entre si também se não eles morreram de tédio e, consequentemente, cortaram nosso barato. É uma sugestão....